Quanto custa energia solar em São Paulo em 2026? Economia

Quanto custa energia solar em São Paulo em 2026?

PAOM Energia Solar 8 de setembro de 2026 2 min de leitura

"Quanto custa?" é a primeira pergunta de quem pensa em energia solar. A resposta honesta é: depende do seu consumo, do tipo de telhado e dos equipamentos escolhidos. Mas dá para ter uma boa noção antes de pedir o orçamento.

Faixas de referência em 2026

Valores aproximados de mercado para sistemas residenciais e pequenos comércios na região de São Paulo, já com instalação e homologação:

Consumo médio Conta de luz aproximada Faixa de investimento
300 kWh/mês R$ 300 R$ 13 mil a R$ 18 mil
500 kWh/mês R$ 500 R$ 17 mil a R$ 24 mil
1.000 kWh/mês R$ 950 R$ 30 mil a R$ 40 mil
2.000 kWh/mês R$ 1.900 R$ 50 mil a R$ 65 mil

São faixas de referência, não um orçamento. O valor exato sai depois da análise da conta e da visita técnica.

O que entra no preço

  • Kit fotovoltaico: placas, inversor ou microinversores, estrutura de fixação e cabos;
  • Projeto elétrico e laudo estrutural do telhado;
  • Homologação na concessionária (documentação e acompanhamento até a troca do medidor);
  • Instalação pela equipe técnica;
  • Pós-venda: na PAOM, inclui 1 ano de garantia de serviço e monitoramento diário da usina.

Desconfie de orçamentos muito abaixo da média: normalmente faltam itens como laudo, equipamentos de proteção ou marcas com garantia real no Brasil.

Em quanto tempo se paga

Com a economia de até 90% na conta, o retorno do investimento costuma ficar entre 3 e 5 anos em sistemas residenciais bem dimensionados, mesmo com as regras do Fio B em 2026 (entenda a Lei 14.300). Depois disso, o sistema segue gerando por mais de 20 anos, já que as placas têm 25 anos de garantia de performance.

Quer um número para a sua conta? Use o simulador de economia.

Formas de pagamento

Na PAOM é possível parcelar em até 18x no cartão de crédito. Para muitas famílias, a parcela fica próxima do valor que já era pago na conta de luz.

Perguntas frequentes

Energia solar zera a conta de luz?

Não totalmente. Sempre resta o custo de disponibilidade (equivalente a 30, 50 ou 100 kWh, conforme o padrão de entrada), a iluminação pública e a parcela do Fio B. Mesmo assim, a economia pode chegar a até 90%.

Vale a pena para conta de R$ 300?

Pode valer, mas o retorno tende a ser mais lento, porque parte dos custos do projeto é fixa. A análise da conta mostra se compensa no seu caso.

O preço muda com o tipo de telhado?

Sim. Laje, telhado metálico, cerâmico ou fibrocimento pedem estruturas de fixação diferentes, e alguns telhados precisam de reforço indicado no laudo estrutural.

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